Boa Noite,
Após o sucesso do III Congresso da APMDH, a APMDH continua a lutar pela sua campanha Sorria para Si Mesmo.
Assim, a convite do Centro Médico Dentário Saúde e Bem Estar de Gaia a APMDH estará a apresentar a sua campanha e a sensibilizar quer participantes quer visitantes no I Campeonato de Futsal,Forças de Segurança e Protecção Civil no dia 2 e 3 de Junho de 2012 em Vila Nova de Gaia.
Apareçam, divulguem.
Continuamos a contar convosco nesta campanha.
segunda-feira, 28 de maio de 2012
sexta-feira, 23 de março de 2012
segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012
Data, preço e local do III Congresso de Medicina Dentaria Hospitalar
Tema do Congresso: Saúde Oral na Autonomia do Cidadão Sénior
Tema do Pré-Congresso: SBV/BAE
Data do Pré-Congresso: 17 de Maio (dia todo)
Data do Congresso: 17, 18 e 19 de Maio 2012
Data do Congresso: 17, 18 e 19 de Maio 2012
Local:Edificio da Liga Portuguesa Contra o Cancro, Estrada da Circunvalação Areosa - Porto
Preços do Pré-Congresso: 120€ (estudantes, internos e associados) e 125€ (profissionais)
Preços do Congresso até 31 de Março: 25€ (estudantes, internos e associados) e 30€ (profissionais)
Preços do Congresso após 31 de Março: 35€ (estudantes, internos e associados) e 40€ (profissionais)
Brevemente enviaremos ficha de inscrição e o programa.
Contactos: apmdh.geral@gmail.com ou 220930255.
atentamente
APMDH
segunda-feira, 16 de janeiro de 2012
Marcação na agenda....
Tema: Saúde Oral na Autonomia do Cidadão Sénior
Marquem nas vossas agendas: 17, 18 e 19 de Maio 2012, III Congresso de Medicina Dentaria Hospitalar e II Congresso Luso Brasileiro de Medicina Dentária (Odontologia) Hospitalar.
Contactos: apmdh.geral@gmail.com ou 220930255.
APMDH
quarta-feira, 14 de setembro de 2011
Curso: Cancro da Cavidade Oral e Auto-Exame e prevenção do Cancro da Cavidade Oral
A Liga Portuguesa Contra o Cancro em
parceria com a Associação Portuguesa da Medicina Dentária Hospitalar, as
seguintes acções de Formação no Núcleo Regional do Norte (Porto):
- Auto-Exame e prevenção do Cancro da Cavidade Oral, curso financiado pelo QREN e certificado pela LPCC que decorrerá na sede do Núcleo Regional do Norte da Liga Portuguesa Contra o Cancro, de 4 a 20 de Outubro.
- Cancro da Cavidade Oral, curso certificado pela LPCC, no valor de 35€, a decorrer na sede do Núcleo Regional do Norte da Liga Portuguesa Contra o Cancro, de 2 a 11 de Novembro.
Encontram abertas as inscrições para os cursos, podendo as mesmas serem realizadas através do número de telefone 22 093 02 55 ou apmdh.geral@gmail.com
Inscreva-se!
- Auto-Exame e prevenção do Cancro da Cavidade Oral, curso financiado pelo QREN e certificado pela LPCC que decorrerá na sede do Núcleo Regional do Norte da Liga Portuguesa Contra o Cancro, de 4 a 20 de Outubro.
- Cancro da Cavidade Oral, curso certificado pela LPCC, no valor de 35€, a decorrer na sede do Núcleo Regional do Norte da Liga Portuguesa Contra o Cancro, de 2 a 11 de Novembro.
Encontram abertas as inscrições para os cursos, podendo as mesmas serem realizadas através do número de telefone 22 093 02 55 ou apmdh.geral@gmail.com
Inscreva-se!
sexta-feira, 10 de junho de 2011
Noticias da Formação entre APMDH e a LPCC
Leia em :http://www.pop.eu.com/news/4977/26/LPCC-vai-realizar-accoes-de-formacao-ligadas-a-saude-oral.html
Um comunicado sobre as formações da APMDH em consonancia com a LPCC.
Se ainda nao se inscreveu, marque o seu lugar.
APMDH
terça-feira, 7 de junho de 2011
Marcação no calendário de 2012
segunda-feira, 6 de junho de 2011
Acções de Formação
A APMDH vai realizar em parceria com a Liga Portuguesa Contra o Cancro as seguintes acções de Formação:
- Auto - Exame e prevenção do Cancro da Cavidade Oral, curso financiado pelo QREN e certificado pela LPCC que decorrerá na sede da LPCC de 4 a 20 de Outubro de 2011.
- Cancro da Cavidade Oral, curso certificado pela LPCC, no valor de € 35 (trinta e cinco euros) a decorrer na sede da LPCC de 2 a 11 de Novembro
Sendo que para os cursos supra referenciados se encontram abertas as inscrições podendo as mesmas serem realizadas por nosso intermédio através dos números 22 0930255 ou 926991931 ou através de email.
Inscreve-te
APMDH
- Auto - Exame e prevenção do Cancro da Cavidade Oral, curso financiado pelo QREN e certificado pela LPCC que decorrerá na sede da LPCC de 4 a 20 de Outubro de 2011.
- Cancro da Cavidade Oral, curso certificado pela LPCC, no valor de € 35 (trinta e cinco euros) a decorrer na sede da LPCC de 2 a 11 de Novembro
Sendo que para os cursos supra referenciados se encontram abertas as inscrições podendo as mesmas serem realizadas por nosso intermédio através dos números 22 0930255 ou 926991931 ou através de email.
Inscreve-te
APMDH
sábado, 23 de abril de 2011
quinta-feira, 21 de abril de 2011
Acções de Formação: Cancro Cavidade Oral em parceria LPCC
A APMDH vai realizar em parceria com a Liga Portuguesa Contra o Cancro as seguintes acções de Formação:
· Auto - Exame e prevenção do Cancro da Cavidade Oral, curso financiado pelo QREN e certificado pela LPCC que decorrerá na sede da LPCC de
· Cancro da Cavidade Oral, curso certificado pela LPCC, no valor de € 35 (trinta e cinco euros) a decorrer na sede da LPCC de
Sendo que para os cursos supra referenciados se encontram abertas as inscrições podendo as mesmas serem realizadas por nosso intermédio através dos números 22 0930255 ou 926991931 ou para o email apmdh.geral@gmail.com ou para a nossa morada.
Inscreva-se!Contacte-nos!
domingo, 30 de janeiro de 2011
sábado, 29 de janeiro de 2011
sexta-feira, 28 de janeiro de 2011
Dentalpro: APMDH honra ilustres da medicina dentária
APMDH honra ilustres da medicina dentária
A 17 de Dezembro, a Associação Portuguesa de Medicina Dentária Hospitalar (APMDH) prestou uma afectuosa homenagem a ilustres colegas de caminhada médica. Orlando Monteiro da Silva, José Eduardo Pinto da Costa e Maria José Pinto da Costa foram honrados pelos contributos na dignificação da ciência e da arte médica, na qual se insere a medicina dentária. Desta forma, organizou-se uma cerimónia de homenagem, num jantar intimista que juntou cerca de 100 convidados na Quinta da Boeira, em Vila Nova de Gaia.
Durante o evento, João Leite-Moreira, presidente da APMDH, revelou à DentalPro que "a medicina dentária portuguesa é hoje uma profissão autónoma e, a exemplo de qualquer especialidade, tem direito à prescrição de terapêutica médico-cirúrgica, à emissão de atestados médicos e de certidões de óbito". Para esta conquista, muito contribuiu, segundo o responsável, o apoio de personalidades do universo médico, entre as quais se destacam o professor Pinto da Costa e a professora Maria José Pinto da Costa.
De facto, "a nossa associação sempre entendeu que o médico dentista é um profissional com um processo de diferenciação precoce dentro da medicina. Esta situação é hoje determinante para que a medicina dentária ocupe o lugar que lhe compete nas instituições hospitalares", garantiu João Leite-Moreira.
Também Orlando Monteiro da Silva, presidente da Ordem dos Médicos Dentistas, se distingue, pela aproximação à posição defendida pela APMDH, no que diz respeito ao papel dos médicos dentistas e da medicina dentária no Serviço Nacional de Saúde (SNS), em geral, e nas instituições hospitalares, em particular. "Este facto permitiu-nos dar passos decisivos, que podem culminar, a curto prazo, na inserção dos médicos dentistas no SNS", concluiu o presidente da APMDH à nossa revista.
A 17 de Dezembro, a Associação Portuguesa de Medicina Dentária Hospitalar (APMDH) prestou uma afectuosa homenagem a ilustres colegas de caminhada médica. Orlando Monteiro da Silva, José Eduardo Pinto da Costa e Maria José Pinto da Costa foram honrados pelos contributos na dignificação da ciência e da arte médica, na qual se insere a medicina dentária. Desta forma, organizou-se uma cerimónia de homenagem, num jantar intimista que juntou cerca de 100 convidados na Quinta da Boeira, em Vila Nova de Gaia.
Durante o evento, João Leite-Moreira, presidente da APMDH, revelou à DentalPro que "a medicina dentária portuguesa é hoje uma profissão autónoma e, a exemplo de qualquer especialidade, tem direito à prescrição de terapêutica médico-cirúrgica, à emissão de atestados médicos e de certidões de óbito". Para esta conquista, muito contribuiu, segundo o responsável, o apoio de personalidades do universo médico, entre as quais se destacam o professor Pinto da Costa e a professora Maria José Pinto da Costa.
De facto, "a nossa associação sempre entendeu que o médico dentista é um profissional com um processo de diferenciação precoce dentro da medicina. Esta situação é hoje determinante para que a medicina dentária ocupe o lugar que lhe compete nas instituições hospitalares", garantiu João Leite-Moreira.
Também Orlando Monteiro da Silva, presidente da Ordem dos Médicos Dentistas, se distingue, pela aproximação à posição defendida pela APMDH, no que diz respeito ao papel dos médicos dentistas e da medicina dentária no Serviço Nacional de Saúde (SNS), em geral, e nas instituições hospitalares, em particular. "Este facto permitiu-nos dar passos decisivos, que podem culminar, a curto prazo, na inserção dos médicos dentistas no SNS", concluiu o presidente da APMDH à nossa revista.
segunda-feira, 8 de novembro de 2010
Jantar de homenagem
Jantar de homenagem ao Dr. Orlando Monteiro, Professor Doutor Pinto da Costa e Professora Maria José Pinto da Costa a 17 de dezembro de 2010 na quinta da boeira em Vila Nova de Gaia
Preço: € 50 euros
Apareça,transmita a ideia e contacte-nos (apmdh.geral@gmail.com)
Preço: € 50 euros
Apareça,transmita a ideia e contacte-nos (apmdh.geral@gmail.com)
quinta-feira, 29 de julho de 2010
Feira do Livro da Povoa
Visite a APMDH de 30 de Julho a de 15 de Agosto na Feira de Livro da Povoa.
Aproveite ainda ao passar no stand da APMDH para assinar a Petição sobre Saúde Oral......
Publicaremos em breve site da petição online e fotos da iniciativa em causa.
Não se esqueça, Sorria para si mesmo
Aproveite ainda ao passar no stand da APMDH para assinar a Petição sobre Saúde Oral......
Publicaremos em breve site da petição online e fotos da iniciativa em causa.
Não se esqueça, Sorria para si mesmo
sábado, 3 de julho de 2010
Petição pela saude oral
IMPRIMA O TEXTO E ENVIE ASSINADO PARA RUA ENGENHIEOR ADELINO AMARO DA COSTA Nº15, 10º ANDAR, SALA 4, 4400-134 VILA NOVA DE GAIA.
CASO PRETENDA O DOCUMENTO ENVIE E-MAIL PARA apmdh.geral@gmail.com
CONTAMOS CONSIGO
PETIÇÃO SAÚDE ORAL
1º- Na constituição da Republica Portuguesa no seu Artigo 64.º
“Saúde” pode ler-se:
“1. Todos têm direito à protecção da saúde e o dever de a defender e promover.
2. O direito à protecção da saúde é realizado:
a) Através de um serviço nacional de saúde universal e geral e, tendo em conta as condições económicas e sociais dos cidadãos, tendencialmente gratuito;
b) Pela criação de condições económicas, sociais, culturais e ambientais que garantam, designadamente, a protecção da infância, da juventude e da velhice, e pela melhoria sistemática das condições de vida e de trabalho, bem como pela promoção da cultura física e desportiva, escolar e popular, e ainda pelo desenvolvimento da educação sanitária do povo e de práticas de vida saudável.
3. Para assegurar o direito à protecção da saúde, incumbe prioritariamente ao Estado:
a) Garantir o acesso de todos os cidadãos, independentemente da sua condição económica, aos cuidados da medicina preventiva, curativa e de reabilitação;
b) Garantir uma racional e eficiente cobertura de todo o país em recursos humanos e unidades de saúde;
c) Orientar a sua acção para a socialização dos custos dos cuidados médicos e medicamentosos;
d) Disciplinar e fiscalizar as formas empresariais e privadas da medicina, articulando-as com o serviço nacional de saúde, por forma a assegurar, nas instituições de saúde públicas e privadas, adequados padrões de eficiência e de qualidade;
e) Disciplinar e controlar a produção, a distribuição, a comercialização e o uso dos produtos químicos, biológicos e farmacêuticos e outros meios de tratamento e diagnóstico;
f) Estabelecer políticas de prevenção e tratamento da toxicodependência.
4. O serviço nacional de saúde tem gestão descentralizada e participada.”
2º - O Princípio subjacente é o da protecção à saúde numa dinâmica de universalidade a fim de ser garantido o respeito pela dignidade da pessoa humana em estado de vulnerabilidade. Um princípio que atentos às falhas de mercado, aos desajustes nos acessos aos bens e em nome da equidade na distribuição de bens essenciais, salvaguarda a Lei Magna um Direito/Dever à Saúde cuja regulação e protecção é garantida pelo Estado.
3º - Existe em Portugal um Sistema Nacional de Saúde que de forma mais ou menos eficaz garante o respeito pelo dispositivo no art. 64º da Constituição da Republica Portuguesa.
4º - Porém quanto à Saúde Oral há uma falha que teima em não ser ultrapassada. O Estado Português não garante ao cidadão o acesso equitativo ao bem Saúde Oral. Efectivamente nem todos os cidadãos Portugueses têm acesso à Saúde Oral. Esta, inserida em regras de mercado livre deixa de fora um número excessivamente elevado de cidadãos que não têm acesso, por falta de recursos, ao bem Saúde Oral.
5º- A Saúde Oral ainda é vítima de descriminação na distribuição e no acesso a todos e de todos os cidadãos. Estando fora do Sistema Nacional de Saúde, sendo votada à marginalidade dos cuidados de Saúde é geradora um índice elevado de injustiça social.
6º - O Estado Português tem vindo a violar o art. 64º da Constituição no que concerne à distribuição, garantia e regulação na área da Saúde Oral.
7º - O Cidadão Português não tem acesso a cuidados saúde oral em igualdade e equidade com as demais especialidades médicas.
8º- As cidadãs e cidadãos abaixo assinados vêm, nos termos da Constituição, solicitar à Assembleia da Republica que tome com urgência medidas legislativas e politicas no sentido banir a desigualdade e descriminação a que tem sido os cidadãos Portugueses sujeitos por igual desigualdade e descriminação da Saúde Oral em paralelo com as demais Áreas da Saúde.
Nome: _______________________________________________________________
B.I.:/ C.C.: ____________________Data: ________ Arq.: ________________
Nome: _______________________________________________________________
B.I.:/ C.C.: ___________________Data: ____________ Arq.: __________
Nome: _______________________________________________________________
B.I.:/ C.C.: ____________________Data: ____________ Arq.: ____________
Nome: _______________________________________________________________
B.I.:/ C.C.: ____________________Data: ___________ Arq.: _____________
Nome: _______________________________________________________________
B.I.:/ C.C.: ____________________Data: ______________ Arq.: __________
Nome: _______________________________________________________________
B.I.:/ C.C.: ____________________Data: ______________ Arq.: __________
CASO PRETENDA O DOCUMENTO ENVIE E-MAIL PARA apmdh.geral@gmail.com
CONTAMOS CONSIGO
PETIÇÃO SAÚDE ORAL
1º- Na constituição da Republica Portuguesa no seu Artigo 64.º
“Saúde” pode ler-se:
“1. Todos têm direito à protecção da saúde e o dever de a defender e promover.
2. O direito à protecção da saúde é realizado:
a) Através de um serviço nacional de saúde universal e geral e, tendo em conta as condições económicas e sociais dos cidadãos, tendencialmente gratuito;
b) Pela criação de condições económicas, sociais, culturais e ambientais que garantam, designadamente, a protecção da infância, da juventude e da velhice, e pela melhoria sistemática das condições de vida e de trabalho, bem como pela promoção da cultura física e desportiva, escolar e popular, e ainda pelo desenvolvimento da educação sanitária do povo e de práticas de vida saudável.
3. Para assegurar o direito à protecção da saúde, incumbe prioritariamente ao Estado:
a) Garantir o acesso de todos os cidadãos, independentemente da sua condição económica, aos cuidados da medicina preventiva, curativa e de reabilitação;
b) Garantir uma racional e eficiente cobertura de todo o país em recursos humanos e unidades de saúde;
c) Orientar a sua acção para a socialização dos custos dos cuidados médicos e medicamentosos;
d) Disciplinar e fiscalizar as formas empresariais e privadas da medicina, articulando-as com o serviço nacional de saúde, por forma a assegurar, nas instituições de saúde públicas e privadas, adequados padrões de eficiência e de qualidade;
e) Disciplinar e controlar a produção, a distribuição, a comercialização e o uso dos produtos químicos, biológicos e farmacêuticos e outros meios de tratamento e diagnóstico;
f) Estabelecer políticas de prevenção e tratamento da toxicodependência.
4. O serviço nacional de saúde tem gestão descentralizada e participada.”
2º - O Princípio subjacente é o da protecção à saúde numa dinâmica de universalidade a fim de ser garantido o respeito pela dignidade da pessoa humana em estado de vulnerabilidade. Um princípio que atentos às falhas de mercado, aos desajustes nos acessos aos bens e em nome da equidade na distribuição de bens essenciais, salvaguarda a Lei Magna um Direito/Dever à Saúde cuja regulação e protecção é garantida pelo Estado.
3º - Existe em Portugal um Sistema Nacional de Saúde que de forma mais ou menos eficaz garante o respeito pelo dispositivo no art. 64º da Constituição da Republica Portuguesa.
4º - Porém quanto à Saúde Oral há uma falha que teima em não ser ultrapassada. O Estado Português não garante ao cidadão o acesso equitativo ao bem Saúde Oral. Efectivamente nem todos os cidadãos Portugueses têm acesso à Saúde Oral. Esta, inserida em regras de mercado livre deixa de fora um número excessivamente elevado de cidadãos que não têm acesso, por falta de recursos, ao bem Saúde Oral.
5º- A Saúde Oral ainda é vítima de descriminação na distribuição e no acesso a todos e de todos os cidadãos. Estando fora do Sistema Nacional de Saúde, sendo votada à marginalidade dos cuidados de Saúde é geradora um índice elevado de injustiça social.
6º - O Estado Português tem vindo a violar o art. 64º da Constituição no que concerne à distribuição, garantia e regulação na área da Saúde Oral.
7º - O Cidadão Português não tem acesso a cuidados saúde oral em igualdade e equidade com as demais especialidades médicas.
8º- As cidadãs e cidadãos abaixo assinados vêm, nos termos da Constituição, solicitar à Assembleia da Republica que tome com urgência medidas legislativas e politicas no sentido banir a desigualdade e descriminação a que tem sido os cidadãos Portugueses sujeitos por igual desigualdade e descriminação da Saúde Oral em paralelo com as demais Áreas da Saúde.
Nome: _______________________________________________________________
B.I.:/ C.C.: ____________________Data: ________ Arq.: ________________
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B.I.:/ C.C.: ___________________Data: ____________ Arq.: __________
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segunda-feira, 28 de junho de 2010
Presença na Feira do Livro de Ermesinde

A APMDH pretende irá estar presente de 2 a 11 de Julho de 2010, na Feira do Livro de Ermesinde no Parque Urbano.
A APMDH pretende este espaço para divulgar e promover a saúde oral, mais concretamente no ambito do auto-exame do cancro da boca.
Actualmente o cancro da boca, é um tipo de patologia que se encontra nos lugares cimeiros e no entanto nem é divulgado nem é dada a informação à população em como se prevenir.
A APMDH pretende este espaço para divulgar e promover a saúde oral, mais concretamente no ambito do auto-exame do cancro da boca.
Actualmente o cancro da boca, é um tipo de patologia que se encontra nos lugares cimeiros e no entanto nem é divulgado nem é dada a informação à população em como se prevenir.
Apareça
sábado, 19 de junho de 2010
30 milhões para melhorar saúde oral

O secretário de Estado adjunto e da Saúde disse no inicio do mes querer "melhorar de forma radical" a saúde oral em Portugal, tendo anunciado dispor de 30,5 milhões de euros para conseguir pôr "Portugal a sorrir". Manuel Pizarro disse que o programa abrangeu nos últimos dois anos 600 mil portugueses, com cheques-dentista.
in Diario de Noticias
in Diario de Noticias
domingo, 13 de junho de 2010
Petição Nacional: Saude Oral para todos

Com esta petição reivindicamos um direito constitucional, o Direito à Saúde. A saúde oral tem sido o parente pobre da saúde. O sistema nacional de saúde não tem garantido tal nem no campo da educação à saúde oral nem tão pouco na acção de cuidar ao mesmo nível. O sorriso é a primeira das imagens. A saúde oral é pilar à imagem. Uma boca doente é vector de mal estar individual, de descriminação e de inibição de igualdade de acesso a vários bens sociais e económicos.
O Estado divorciou-se da sua obrigação de educar e garantir saúde para todos de forma equitativa.
O Estado deve garantir os mínimos…e são esses mínimos que queremos reivindicar.
Brevemente, disponibilizamos documento para assinar.
O Estado divorciou-se da sua obrigação de educar e garantir saúde para todos de forma equitativa.
O Estado deve garantir os mínimos…e são esses mínimos que queremos reivindicar.
Brevemente, disponibilizamos documento para assinar.
sexta-feira, 11 de junho de 2010
Amamentação pode determinar dentes do siso
A amamentação pode determinar o aparecimento dos dentes do siso.A conclusão é de um estudo levado a cabo por um investigador português. A pesquisa revela que os bebés amamentados pela mama durante mais de seis meses e por biberão até aos 24 meses apresentam maior probabilidade de não terem dentes do siso.
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